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Notícias  
Editorial : Edição 1389 Editorial
em 25/01/2010 13:50:00 (98 leituras)

Chuvas e tempestades sem parar
Já consta que este mês de janeiro está sendo o mais chuvoso e consequentemente o que mais danos tem provocado no Estado de São Paulo. Sem contar as ocorrências no Rio de Janeiro, Minas e estados do Sul do país.

Sem dúvida há que se concordar com especialistas em meteorologia de que este mês de está sendo anômalo, conforme foi citado, durante entrevista, pelo governador José Serra.
O governador sobrevoou a região leste da Grande São Paulo e citou que só no Alto Tietê, onde é esperado o volume de 240 mm de água no mês de janeiro inteiro, até dia 20 choveu 340 mm.
A pior inundação para o Estado de São Paulo neste mês atípico aconteceu na histórica São Luiz do Paraitinga, dissolvida com a cheia do rio que corta a cidade.
Casarões antigos, igreja e prédios públicos feitos em taipa, literalmente desmancharam, numa perda lastimável para o patrimônio histórico do Brasil. Paredes de casas centenárias com até um metro de espessura ruiram em poucos minutos.
Em Poá, houve a maior enchente da sua história, com níveis nunca antes atingidos. O prejuízo na zona comercial é incalculável e na área residencial o temor de outras cheias ainda continua. A população está assustada e temerosa de situações críticas devido o transbordamento dos rios e córregos que cortam a cidade.
Chegamos a um ponto onde é preciso haver ações em bloco do Município, Estado e União. De forma que o bem estar da coletividade seja prioridade total.
As chuvas ainda não terminaram e há previsões para outras tempestades até o fim deste mês. Sendo assim, os morros estão encharcados e locais onde não eram áreas de risco, com o excesso de água passam a exigir atenção redobrada. Morros e barrancos que antes pareciam firmes, podem ceder diante da mistura desigual entre água e terra.
O alerta exige busca de soluções entre governantes e governados, sem o ranço da tradicional busca de culpados como também de atos que visem lucro político.
A questão técnica extá exigindo seriedade de quem governa e de compreensão com tolerância dos moradores situados em áreas de risco.
É bom lembrar que a maioria das cidades da região do Alto Tietê tem relevo acidentado, e são formadas em vales e morros (exceção de Suzano), o que por si só já exige atenção constante em épocas de temporais ou chuvas constantes.

Chuvas e tempestades sem parar
Já consta que este mês de janeiro está sendo o mais chuvoso e consequentemente o que mais danos tem provocado no Estado de São Paulo. Sem contar as ocorrências no Rio de Janeiro, Minas e estados do Sul do país.

Sem dúvida há que se concordar com especialistas em meteorologia de que este mês de está sendo anômalo, conforme foi citado, durante entrevista, pelo governador José Serra.
O governador sobrevoou a região leste da Grande São Paulo e citou que só no Alto Tietê, onde é esperado o volume de 240 mm de água no mês de janeiro inteiro, até dia 20 choveu 340 mm.
A pior inundação para o Estado de São Paulo neste mês atípico aconteceu na histórica São Luiz do Paraitinga, dissolvida com a cheia do rio que corta a cidade.
Casarões antigos, igreja e prédios públicos feitos em taipa, literalmente desmancharam, numa perda lastimável para o patrimônio histórico do Brasil. Paredes de casas centenárias com até um metro de espessura ruiram em poucos minutos.
Em Poá, houve a maior enchente da sua história, com níveis nunca antes atingidos. O prejuízo na zona comercial é incalculável e na área residencial o temor de outras cheias ainda continua. A população está assustada e temerosa de situações críticas devido o transbordamento dos rios e córregos que cortam a cidade.
Chegamos a um ponto onde é preciso haver ações em bloco do Município, Estado e União. De forma que o bem estar da coletividade seja prioridade total.
As chuvas ainda não terminaram e há previsões para outras tempestades até o fim deste mês. Sendo assim, os morros estão encharcados e locais onde não eram áreas de risco, com o excesso de água passam a exigir atenção redobrada. Morros e barrancos que antes pareciam firmes, podem ceder diante da mistura desigual entre água e terra.
O alerta exige busca de soluções entre governantes e governados, sem o ranço da tradicional busca de culpados como também de atos que visem lucro político.
A questão técnica extá exigindo seriedade de quem governa e de compreensão com tolerância dos moradores situados em áreas de risco.
É bom lembrar que a maioria das cidades da região do Alto Tietê tem relevo acidentado, e são formadas em vales e morros (exceção de Suzano), o que por si só já exige atenção constante em épocas de temporais ou chuvas constantes.

Edição 1389 Editorial
em 25/01/2010 13:50:00 (98 leituras)
Edição 1389 Editorial
em 25/01/2010 13:50:00 (98 leituras)
EDIÇÃO 1389- NOTÍCIAS DE POÁ

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