HISTÓRIA DE POÁ
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
Prefeito
|
Exmo. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Sra.
|
|
FRANCISCO PEREIRA DE SOUZA - PDT
|
MARCO ANTONIO ANDRADE BORGES
|
PAULO SILAS DORNELAS
|
TEREZINHA F. NASCIMENTO
|
|
DD. Prefeito do Município de Poá
|
DD. Vice-Prefeito do Município de Poá
|
DD. Secr. Municipal de Obras Públicas
|
Secr. Mun. de Esportes
|
|
Ilma. Senhora
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Senhora
|
Ilmo. Senhor
|
|
LEONDIR CASAGRANDE XIDIEH
|
ALEXANDRE PROVISOR
|
CRISTIANE DA SILVEIRA E SOUZA
|
WILSON CAVALETTI
|
|
DD. Secretária Municipal da Fazenda
|
DD. Secr. Mun. de Administração
|
DD. Secr. Mun. da Saúde
|
Secr. Meio Ambiente
|
|
|
|
|
|
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Senhora
|
Ilma. Senhora
|
|
|
CARLOS TAVARES LIMA
|
ERIVÂNIA ROSA ANDRADE EL KADRI
|
MÁRCIA TEIXEIRA BIN DE SOUZA
|
|
|
DD. Secr. Mun. de Serv. Urbanos
|
DD. Secr. Mun. de Assuntos Jurídicos
|
DD. Secretária Mun. de Promoção Social
|
|
|
|
|
|
|
|
Ilmo. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
Ilmo. Sr.
|
|
|
ALI SAMI EL KADRI
|
SIMONY BORZANI SANCHES MASSA
|
CARLOS HUMBERTO M. DUARTE
|
|
|
DD.Secr. Municipal de Governo
|
D.D. Secr. Mun. da Mulher
|
DD. Secr. Municipal de Educação
|
|
|
|
|
|
|
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Senhora
|
Ilma. Senhora
|
|
|
DOUGLAS ASPÁSIO
|
MARLENE SANTANA
|
ADRIANA BORGES
|
|
|
Secr. de Cultura
|
Secr. de Segurança Urbana
|
Secr. Indústria, Comércio Trabalho
|
|
|
|
|
|
|
CÂMARA MUNICIPAL
|
Exmo. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
Exmo. Senhor
|
|
RICARDO MASSA - PB
|
FERNANDO RODRIGUEZ MOLINA JUNIOR - PV
|
LAURISTON ROBERTO FERREIRA BARROS - PV
|
|
Presidente
|
Vereador
|
Vereador
|
|
Ilma. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Senhor
|
|
MARIO MASSAYOSHI KAWASHIMA - DEM
|
AUGUSTO DE JESUS DA SILVA - PRB
|
EDISON RODRIGUES - PSC
|
|
Vereador
|
Vereador
|
Vereador
|
|
|
|
|
|
Ilmo. Senhor
|
Ilma. Senhor
|
|
|
AZUIR MARCOLINO - PTB
|
DENEVAL DIAS - PRB
|
|
|
Vereador
|
Vereador
|
|
|
|
|
|
|
Ilmo. Senhor
|
Ilmo. Senhor
|
|
|
WELLINGTON LOPES - PTB
|
MARQUINHOS DA INDAIA - PDT
|
|
|
Vereador
|
Vereador
|
|
|
|
|
|
Origem do nome
Há duas versões com referência à origem do nome de Poá:
- Uma delas parte de J. David Jorge, do Arquivo Histórico do Estado de São Paulo, sendo que o nome Poá veio do nome Itapuá, Itapoá e depois Poá. Baseou-se em documentos constantes nos arquivos paróquias de Mogi das Cruzes feitos no ano de 1856. Lá contava o "o registro de uma das terras de Campo Grande no lugar denominado Itapoá, junto ao córrego do mesmo nome, pertencente à Maria Luiza da Conceição".
- Um historiador João Mendes de Almeida explicou a origem de Poá da seguinte maneira:
"Poá é corruptela de "Piâ" - apartamento de caminho. O ï" tem som gutural. Os indígenas, para designarem encruzilhadas dizem "pe-a-çai-pá", mas sendo simples desvio ou galhos de caminho aberto a palavra era ïb-apaá-á que abreviada ficava api-á". Logo, de acordo com esta versão, Poá significa "Bifurcação de caminhos, função que o lugar exerceu durante os primórdios quando era passagem de viajantes que vinham do Rio de Janeiro, Mogi e Santos. Isso até a década de 1920 quando então se abriu à nova São Paulo-Rio.
Em 1877 Poá ainda era despovoado. Seu nome nesta época era Apoá e foi neste local que os moradores das redondezas pediram a instalação de uma estação de trem intermediária entre o Lageado (Guaianazes) e Mogi, foi em 11 de abril de 1891 finalmente inaugurada a Estação de Poá, a Linha Variante da EFCB (CALMON VIANA) foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa, e em 7de fevereiro de 1926.
PLANTAÇÃO DE UVAS
Por volta de 1914, com a vinda de vários imigrantes da Europa para o Brasil, Poá recebeu alguns cultivadores de uva. Um deles era Tito Temporim, que principiou o cultivo das uvas tipo Itália na região, originando mais tarde a Festa da Uva Fina em razão da quantidade e qualidade da fruta. Em Poá a família Romero consolidou o nome no cultivo da Uva e fabricação de vinho. No ano seguinte João Romero acompanhado de seus filhos Francisco, Luiza, Glória, Maria e Adélia fixou residência em Poá. Importavam uva da Espanha. Mais tarde cultivavam a fruta nos terrenos da família, situados ao longo da Avenida Vital Brasil (J. Medina) e deu-se início à produção do vinho Romero. O jornal A Voz do Subúrbio registrava a produção de 80 mil litros anuais de vinho no ano de 1952.
DISTRITO POLICIAL DE POÁ
Foi por um ato do então vice-governador da Província, Carlos Augusto Pereira Guimarães, exercendo como interino, que decretou em 22 de outubro de 1913 a criação do Distrito Policial de Poá.
DISTRITO DE PAZ
Após a criação do Distrito de Policial a escalada seguinte era o Distrito de Paz, foi por força da Lei assinada pelo presidente de São Paulo, Altino Arantes que a elevação se efetivou legalmente. Tendo o número 1.674 e sancionada em 3 de dezembro de 1919. Naquela época foi realizado um Censo no Distrito e levantou-se que Poá tinha 1.281 habitantes.
Poá é um município do estado de São Paulo. A população em 2007 era de 105.285 habitantes e a área é de 17 km², o que resulta numa densidade demográfica de 6.193 hab/km².
ASPECTO GERAL
Poá é um dos onze municípios paulistas considerados estâncias hidrominerais pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância hidromineral, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais. Faz parte do Alto Tietê.
História
Início
A história de Poá começa em 1.621, com a formação de um povoado em terra missionárias carmelitas. Sendo cortada pela Estrada São Paulo – Rio (atual SP-66), Poá, chamada de "Apoá" na época, era distrito do município Mogi das Cruzes; um local pouco povoado e ponto de parada de tropeiros e outros viajantes[3].
Entre os viajantes, o imperador Dom Pedro I. Outros viajantes que passaram por Poá na época, relataram haver "em torno de Mogy – Mogi das Cruzes -, certo surto agricultural e que contudo entorpecera naquele momentos, por falta de braços causada pela partida das milícias paulistas para a Cisplatina e pela fuga de muitos homens de condição humilde, receosos de recrutamento". Este relato foi pelos naturalistas bávaros, João Baptista Von Spix e Carlos Frederico Felipe Von Martius, enviados ao Brasil em missão científica pelo Rei da Baviera, Maximiliano José I em 1817.
Em 1877, os poucos moradores da região reivindicavam a construção de uma estação de trem entre as estações Lageado (atual Guaianases) e Mogi das Cruzes. Poá era distrito de Mogi das Cruzes, sendo o oficio contendo a solicitação foi enviado à Câmara do município. Por se próxima a Itaquaquecetuba, Arujá e Santa Isabel, a construção da estação foi aprovada e serviu inicialmente para escoar a produção agrícola da região à Capital. Da mesma forma como em outras cidades, a estação de trem foi fundamental para o crescimento populacional e econômico de Poá.
Sete dias depois da proclamação da República, o Governo Provisório modificou o nome da linha férrea de Estrada de Ferro Dom Pedro I para Estrada de Ferro Central do Brasil. Por meio de um decreto federal, foi autorizado e feito o ajuste de bitola para a incorporação da estrada de ferro São Paulo - Rio de Janeiro à EFCB. Assim que foi integrada à Central do Brasil, os trens começaram a fazer parada em Poá e em 11 de abril de 1891 finalmente inaugurada a Estação Poá para transporte de passageiros. A partir daí o povoamento foi mais rápido.
A Linha Variante, conhecida como Variante de Poá da EFCB, foi inaugurada na gestão do presidente Epitácio Pessoa, em 7 de fevereiro de 1926. O ramal ferroviário foi entregue à população, iniciando então o desenvolvimento do bairro de Calmon Viana. Mas o início da operação comercial foi só em maio de 1934. A Estação Poá era o ponto para onde convergiam carregamentos de lenha e produção agrícola de Poá e das cidades vizinhas. A movimentação permitiu então o desenvolvimento comercial do centro da cidade, principalmente nas avenidas de acesso. Atualmente a Estação Poá faz parte da Linha E da CPTM assim como a Estação Calmon Viana, que também faz parte da Linha F, a antiga Variante de Poá.
PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO
Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, e a explosão demográfica da Grande São Paulo, a sua típica paisagem rural vai acabando, graças à facilidade de acesso pela linha da Estrada de Ferro Central do Brasil e a existência de terrenos a baixo custo.
PAÇO MUNICIPAL DE POÁ
Houve um intenso processo de urbanização e a abertura de novas ruas e avenidas. O então Distrito de Poá crescia rapidamente, mas as autoridades de Mogi das Cruzes não faziam novas benfeitorias, nem mesmo meros prolongamentos de calçamentos e substituições de pontes, o que irritava os moradores da época. Por este motivo, no dia 6 de julho de 1947 na então sede da Subprefeitura de Poá, vários cidadãos com o propósito de pleitearem a elevação dos distritos a categoria de município. Foi presidida por José Garcia Simões da Rocha, servindo como Secr.s, Bruno Rossi e Euclides Greenfield, primeiro e segundo respectivamente.
Houve muita resistência da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, afim de evitar que Poá, Suzano, e Ferraz de Vasconcelos se emancipassem e deixassem de serem distritos de Mogi. Depois muita luta jurídica, processos e plebiscitos, constatou-se que Poá atendia os requisitos mínimos para se emancipar. Finalmente, pela Lei nº 233 de 24 de dezembro de 1948 que fixa o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, a vigorar no qüinqüênio 1949-1953, Poá é elevada a categoria de Município, constituindo-se de dois distritos: o Distrito da Paz (região noroeste de Poá) e o Distrito de Ferraz de Vasconcelos.
Legalmente, Poá começou a viver sua vida independente de Mogi das Cruzes no dia 1º de janeiro de 1949.
Apesar de ter sido instalado naquele 1º de janeiro, somente no dia 26 de março de 1949 é que foi instalada a Câmara Municipal, com a posse dos prefeitos e vereadores que haviam sido eleitos no dia 13 de março. Nesta data (26 de março) é que se comemora o aniversário do município.
DIVISAS
No início Poá possuía 60 km² de superfície territorial, e hoje tem apenas 17 km². O município perdeu muito território por causa da forma precária como eram feitas as demarcações de limites antigamente. Outro motivo foi a desmembração territorial de Ferraz de Vasconcelos e o plebiscito que levou parte de Poá para Suzano. A exceção foi em janeiro de 1949, quando o Distrito de Paz de Poá ganhava uma faixa de terra do Distrito de Paz de Lageado (Guaianazes). Daí houve uma série de desmembrações:
· 1944: Poá perde uma faixa de terra para Itaquaquecetuba, ficando então com 54 km².
· 1947: Quando foi criado o Distrito de Paz de Poá, o 2º subdistrito de Ferraz de Vasconcelos ficou com mais uma faixa de terra de Poá, quando se emancipou.
· 1963: Num plebiscito realizado em 10 de dezembro de 1963, mais outra área num total de 19 km² foi desmembrada de Poá e anexada à Suzano. A região é o atual bairro Guaió ou Fernandes. O município de Poá conta com uma área total de 17 km², sendo 14 km de área urbana e 3 km de área rural.
O problema com as divisas de Poá, mesmo na época de distrito, foi motivo de disputa entre as Câmaras de Mogi e São Paulo. Os legisladores da época sempre esbarravam em empecilhos que dificultavam a clareza quanto à definição das divisas de Poá.

Vista da cidade
Contudo acabou sendo usado como referência documento de março de 1865, em que o Presidente da Província de São Paulo, João Crispiniano Soares sancionou a lei nº 763 de 18 março de 1865 dando o primeiro passo para delimitar núcleos do povoamento, entre eles o então sub-distrito de Poá. Trecho do documento da época:
"Passa pelo rio Tanquinho acima, a passar pela Fazenda do Ithaim, descendo pelo mesmo rio até o rio Três Pontes e deste até terminar no Rio Tietê".
Considerando a cartografia atual, concluísse que a divisa de Poá passava junto ao local onde atualmente está à Estação Ferraz de Vasconcelos. Se não fosse as formas primitivas de demarcação de território, os hoje bairros ferrazenses: Vila Correia, Jardim Ferrazense e Jardim Pérola e até parte do Centro de Ferraz, seriam território de Poá.
Ainda na década de 1960 era difundido erroneamente nas escolas, que a área oficial do município fazia divisas com Mauá, Ribeirão Pires, Suzano, São Paulo, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba, e mais antigamente com Mogi das Cruzes. Aos poucos, com o passar dos anos, Poá perdeu mais áreas para Ferraz de Vasconcelos que se emancipou, e grande parte da área rural para Suzano.
CRIAÇÃO DA COMARCA
Três anos depois de ser criada oficialmente, é que foi instalada a Comarca de Poá, no dia 12 de agosto de 1967. O Secr. de Justiça da época, Anésio de Paula e outras autoridades compareceram a solenidade. A Comarca de Poá já tinha então jurisdição sobre Ferraz de Vasconcelos e assim permanece até hoje[4], mesmo Ferraz tendo sofrido a emancipação político-administrativa há mais de 50 anos. Portanto em questões judiciais, Ferraz permanece sendo distrito de Poá[5]. Antes de ser sede de Comarca, Poá pertenceu respectivamente a Mogi das Cruzes e Suzano.
ECONOMIA
O setor econômico de Poá tem várias atividades:
- Industrial: Depois que recebeu o título de estância hidromineral, ficou proibida a instalação de indústrias poluentes no território do município, desde a década de 70, e as que já existiam passaram a enfrentar uma legislação ambiental mais rígida, para ajudar a preservar os lençóis freáticos da cidade. Esta mudança resultou resultou na saída de algumas indústrias, mesmo assim Poá abriga indústrias de grande porte, dentre as quase 200 instaladas em seu território. Destaque para a fabricante de refratários Ibar (Indústrias Brasileiras de Artigos Refratários) que se instalou em Poá cinco anos antes da emancipação do município, a fabricante de cabos elétricos Inducabos, e a filial brasileira, da multinacional Aunde, que produz tecidos automotivos. Juntas, a Ibar e a Aunde ocupam quase metade da área de Calmon Viana - inclusive o bairro que se formou entre as duas indústrias foi rebatizado de Vila Ibar.
- Comercial: As principais ruas de comércio da cidade são a Rua 26 de Março e a Avenida 9 de Julho que ficam no Centro, abrigando a maioria das agências bancárias e "lojas-âncora" da cidade. Ainda assim existem outros corredores comerciais como a Avenida Lucas Nogueira Garcez e a Avenida Getúlio Vargas, entre outras. A estimativa é que existam cerca de 2.000 instalações comerciais.
- Serviços: Este sim é o setor da economia que é mais presente na cidade. Existem várias leis de incentivo fiscal, e entre elas, e a que mais atrai empresas do gênero, é a redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS), que possui alíquota bem abaixo do que na maioria das cidades. Enquanto a sua vizinha, São Paulo (cidade que mais concentra empresa de serviços no Brasil) cobra alíquota de 5%, em Poá a alíquota é de 2%. São mais de 20.000 prestadores de serviço, entre os quais se destacam as holding do Banco Safra (a Safra Leasing, instalada no centro) e do Banco Itaú (Itaú Administradora de Consórcios e Banco Itaucard, ambas instaladas na Vila das Acácias - também na região central) e a filial paulista da empresa de telemarketing TMKT, (instalada em Calmon Viana).
Há ainda atividade hortifrutigranjeira, na pouca área rural que restou do município depois da disputa de territórios com Suzano nos anos 50 e 60. O Turismo começou a ser fomentado agora, no início dos anos 2000. Mesmo assim o principal evento feito no município, a Expoá, chega a atrair 350.000 pessoas em sete dias.

Poá tem uma forte vocação turística, embora este setor da economia ainda não seja a principal atividade do município. Por causa da falta de investimentos, o município praticamente não explora esse mercado.
Um exemplo é o balneário municipal Vicente Leporace, localizado em frente à Fonte Áurea na avenida Antonio Massa e que foi inaugurado em 1970, como uma das condições para o município receber o título de estância hidromineral e turística. Depois de ser usado durante 30 anos, foi desativado no início da década porque o prefeito na época (Eduardo Carlos Felippe), achava que não havia necessidade de ser ter um balneário no município[8], desde então é o local é usado como um centro de fisioterapia. Há expectativa que o balneário seja reaberto em 2008 e volte a oferecer piscinas, saunas, duchas e quadras gratuitamente.
ESTÂNCIA HIDROMINERAL
De acordo com o decreto-lei estadual de 20 de maio de 1970, o município passou a ser considerada “Estância Hidromineral”. De acordo com a legislação vigente na época, o município passava a ter o prefeito indicado pelo governador do Estado, e citava-se ainda no documento o valor da Água Mineral da Fonte Áurea como principal justificativa desta alteração. O decreto do então governador Abreu Sodré foi baseado no fato de que Poá possuía as condições exigidas por lei para a criação de Estância. Entre as exigências, havia a necessidade de haver uma vazão de 96 mil litros de água mineral por dia sendo que ficou constatada a vazão de 480 mil litros diários[9].
A água mineral de Poá também possui alto teor de radioatividade e qualidades fisioterápicas. É considerada a melhor e mais radioativa água mineral do Brasil e segunda do planeta, sendo indicada para o tratamento de moléstias gastro-intestinais e hepatites, alem de males da pele.



ESTÂNCIA TURÍSTICA
O projeto do deputado Robson Marinho, sancionado em 1978, oficializou Poá também como estância turística.
FESTAS TRADICIONAIS